Eosinófilo polimorfonuclear

Eosinófilo_polimorfonuclear
  • Tamanho: Médio, 12-15 µm
  • Relação N/C = Média, 0,4
  • Citoplasma
    • Extensão: Abundante
    • Basofilia: Ausente
    • Número de grânulos: Numerosos
    • Cor dos grânulos: Laranja = eosinófilo
    • Membrana: Regular
  • Núcleo
    • Situação: Central
    • Cromatina: Grossa
    • Nucléolos: Ausentes
    • Membrana: Regular
  • Valores normais: < 0,5 x 10⁹/L
  • Descrição/Patologia:

    Célula redonda de tamanho médio, núcleo bilobado (aparência de carteira) com cromatina condensada, citoplasma não corado coberto por grânulos eosinofílicos muito grandes compactados (aparência de saco de contas).

    Os grandes grânulos alaranjados do eosinófilo tornam essa célula facilmente reconhecível no sangue. Sabe-se que esses grânulos específicos são tóxicos para diversos parasitas (helmintos, microfilárias; esquistossomose) e para algumas células de mamíferos.

    Hipereosinofilia em parasitoses e reações alérgicas.

    Hipereosinofilia na Síndrome Hipereosinofílica Primitiva: aumento do número de eosinófilos com anormalidades (hipogranulação, grânulos finos, frequentemente associadas a uma anormalidade molecular recorrente; a mais frequente é a FIP1L1-PDGFRa).

    A hipereosinofilia pode estar associada a neoplasias hematológicas: linfoma de células T, doença de Hodgkin, leucemia mieloide crônica. 

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