
As tecnologias de telas emergentes exigem alto brilho, baixo consumo de energia e maior vida útil. Matrizes de LEDs autoemissivos de tamanho micrométrico, ou microLEDs (µLEDs), são consideradas fortes candidatas a substituir as telas OLED ou LCD atuais. Estima-se que o mercado de microLEDs (µLEDs) atinja US$ 21 bilhões até 2028. A crescente demanda por telas mais brilhantes e com maior eficiência energética em painéis automotivos, smartwatches e dispositivos móveis são alguns dos fatores que impulsionam o crescimento desse segmento.
Apesar do enorme potencial, a tecnologia µLED ainda não está totalmente comercializada. Isso se deve principalmente ao custo e aos desafios envolvidos no processo de produção. Por exemplo, dispositivos vestíveis, como relógios inteligentes ou óculos de realidade aumentada (RA), exigem alta resolução ou alta densidade de pixels. Para atingir alta densidade de pixels, o tamanho dos µLEDs precisa ser reduzido para 3 µm ou menos. Nessa escala, transferir os chips para o wafer e melhorar o rendimento é um desafio, já que baixos rendimentos podem aumentar drasticamente os custos de produção.
Espectrômetro confocal Raman e de alta resolução
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