Palaiseau, França (2012 - Centro de Pesquisa HORIBA Europa)

Palaiseau, França (2012 - Centro de Pesquisa HORIBA Europa)

O Grupo HORIBA mudou-se para o Quartier Ouest, sede da Polytechnique em Palaiseau, como parte do Campus Paris-Saclay, em um novo terreno de 6.500 , com possibilidade de expansão para até 18.000 em fases subsequentes. Desde 2012, a empresa iniciou um novo ciclo de desenvolvimento que lhe permitirá agregar novas áreas tecnológicas (nanossistemas, biofotônica, algoritmos) às posições de destaque já conquistadas com a holografia. A sede em Paris-Saclay fornecerá os recursos materiais necessários para esses novos desenvolvimentos, como placas ópticas em salas limpas. A localização da HORIBA é atraída pelo ambiente do Planalto de Saclay, em particular pela Nano-INNOV, pelo cluster de competitividade System@tic, pela DIGITEO e pelo Triangle de la Physique. Em contrapartida, a empresa atua como uma empresa intermediária para esse ecossistema.

Dando continuidade à sua trajetória histórica, HORIBA Scientific busca promover comercialmente os avanços de pesquisadores acadêmicos. Ao se instalar no coração do Campus Scientipole, HORIBA pretende aproximar ainda mais suas atividades dos laboratórios de pesquisa. Essa proximidade permitirá fortalecer os laços já existentes, em particular com:

  • O Instituto de Óptica (cujo líder histórico, Amédée Jobin, nascido em 1881, foi um dos criadores do Instituto em 1918);
  • Escola Politécnica (LPICM, LULI);
  • Os locais vizinhos de Nano-lNNOV e Nano-Sciences (CEA, CNRS, Universidade de Paris XI);
  • ENSTA, em particular o Laboratório de Óptica Aplicada (LOA) e o projeto Extreme Light Institute; e
  • O sincrotron SOLEIL (monocromadores VUV).
     

Ao obter a maior parte do seu faturamento com exportações, a empresa pode oferecer às pequenas empresas vizinhas (micro e pequenas empresas e startups) a força de uma rede comercial já estabelecida para a distribuição de produtos nos mercados mundiais de instrumentação científica ou componentes OEM, bem como conhecimento em industrialização e produção. Essa abordagem reduz o risco quando o crescimento dessas micro e pequenas empresas e startups passa da fase de pesquisa para a fase de industrialização e comercialização, e também permite que a empresa tenha acesso a produtos complementares.
A proximidade dos centros de pesquisa dos principais grupos tecnológicos localizados no planalto, ou daqueles que se integrarão ao campus nos próximos anos, finalmente possibilita considerar uma vantagem comercial complementar aos seus avanços científicos. Os desenvolvimentos orientados a sistemas de um grande contratante podem, assim, ser aprimorados em um setor de instrumentos e componentes comercialmente autônomo, com um canal complementar adicional de acesso ao mercado mundial.

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