
Os óleos essenciais (OE) são essências voláteis extraídas por meios físicos (prensagem e destilação) de uma planta aromática inteira ou parte de uma planta. Devido às suas propriedades benéficas (antimicrobianas, antivirais, antioxidantes, antifúngicas…), os OE são formulados em muitos produtos de consumo, incluindo perfumes, cremes, produtos de banho e produtos de limpeza doméstica, além de serem usados como agentes aromatizantes em alimentos e bebidas [1].
A Organização Internacional de Normalização (ISO) estabelece padrões para métodos de análise e especificações para óleos essenciais por meio de seu comitê técnico - TC54. Os métodos cromatográficos (GC, HPLC) predominam na análise de óleos essenciais. Embora bem estabelecidos e aceitos, os métodos cromatográficos são demorados (métodos de 10 a 30 minutos são comuns) e podem ser caros por medição, exigindo o uso de fase móvel, padrões e colunas. Há demanda por métodos rápidos e baratos para análises rápidas, e as técnicas de espectroscopia óptica entram em cena, dependendo dos requisitos da medição. Estudos recentes relataram o uso da fluorimetria, menos comum que Raman ou NIR, como uma alternativa rápida e menos dispendiosa [2] adequada para a caracterização, discriminação,
e controle de qualidade dos óleos essenciais.
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